Crítica – O Menino Que Queria Ser Rei

Já não é de hoje que surgem filmes baseados na história do Rei Arthur, tanto que em 2017 houve o lançamento do filme Rei Arthur: A lenda da espada. Neste ano, essa história medieval recebeu uma nova roupagem no filme chamado O Menino que Queria ser Rei, onde os personagens principais são crianças.

No filme dirigido por Joe Cornish, vemos a vida do jovem Alex (Louis Serkis) que sofre bullying no colégio junto ao seu melhor amigo Bedders (Dean Chaumoo). Porém, tudo muda após Alex encontrar a espada Excalibur em um terreno baldio. E com a ajuda de Merlin (Patrick Stewart e Angus Imrie) e dos cavaleiros da Távola Redonda, Alex terá que derrotar a feiticeira Morgana (Rebecca Ferguson) até o eclipse solar.

A primeira parte do filme constitui em dois principais núcleos: A obsessão de Alex pelo paradeiro de seu pai e a descoberta do mundo medieval ao lado de Bedders, que duram praticamente o filme inteiro. E, ao passar do tempo, é notório os problemas que a trama apresenta.

De uma forma geral, a atuação do elenco infantil deixa a desejar. Principalmente a versão jovem do mago Merlin, que beira ao exagero de ser caricato, com piadas que – muito das vezes- não funciona. Um outro ponto problemático são as situações que não fazem sentido, mas acontecem por serem convenientes ao roteiro (como uma criança consegue viajar sozinha, sem ter nenhum dinheiro?).

Por outro lado, a fotografia e os efeitos visuais são bem executados, o que faz com que a luta final seja visualmente bonita.

O longa-metragem é um bom filme para se ver durante a sessão da tarde. Boas cenas de ação com aquela velha história que todo mundo já sabe.

O Menino que Queria ser Rei estreia no dia 31 de Janeiro nos cinemas.

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