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Godfather Of Harlem” estreia hoje no Fox Premium, às 22h15. A série gira em torno de “Bumpy” Johnson (Forest Whithaker), que após ficar 10 anos preso em Alcatraz, São Francisco, retorna para o Harlem em New York, e precisa lidar com a região tomada pela máfia italiana.

Logo no primeiro episódio somos apresentados a “Bumpy” Johnson, um homem de poder, e como funciona sua influência em relação aos moradores locais, todos esperando que ele resolva algum problema. A história começa quando a máfia italiana, liderada por Vincent (Vincent D’onofrio), vai atrás de um jovem negro do bairro como forma de aviso. A partir daí, Bumpy é atraído de volta para o mundo do crime e serve como um Robin Hood do Harlem.

A série serve com um elenco aclamado, além do vencedor do Oscar Whithaker que também atua como produtor executivo, traz Vincent D’onofrio como Vincent “Chin” Gigante, Nigél Thatch como Malcom X, Giancarlo Esposito como Adam Clayton Powell Jr., Ilfenesh Hadera como Mayme Johnson, Antoinette Crowe-Legacy como Elise Johnson e Luis Guzmán como Guapo Boricua.

O enredo de “Godfather of Harlem” é o principal para prender o expectador. Baseado em fatos reais e feitos marcantes de Johnson, a temática do crime se reinventa e toca em assuntos relevantes ainda em 2020, embora se passe na década de 60. Bumpy Johnson fez seu nome na história dos Estados Unidos ao se aliar a Malcolm X e se envolver com o movimento dos direitos civis. Essa questão reflete o momento atual que estamos vivendo, que levantou uma onda de protestos antirracistas e contra a violência policial contra a sociedade negra nos Estados Unidos.

Outro ponto positivo que a série traz é a trilha sonora, feita exclusivamente para a série, com composições originais de John Legend, Emilé Sandé e 21 Savage; pode ser ouvida aqui:

“Godfather Of Harlem” estreia hoje às 22h15 no Fox Premium 1, e logo após a primeira temporada chega completa para assinantes do App da FOX.

Estudante de Jornalismo, apaixonada por escrever, maratonar séries e ouvir música. Caçadora de monstros com Sam e Dean nas horas vagas.

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Análise | A Maldição da Mansão Bly “quase perfeitamente esplêndida”

O foco foi mostrar como um amor (des)romântico pode acarretar equívocos, sonhos frustrados, vidas estagnadas, arrependimentos e, claro, medos.

Bruna Carvalho

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Falar em suspense sem falar sobre crianças seria um devaneio, no que refere à A Maldição da Mansão Bly, segunda temporada da antologia de terror da Netflix. O enredo foi baseado na obra A Volta do Parafuso”, publicada no século XIX e escrita por Henry James. Ainda, a série conta com a criação e direção de Mike Flanagan, também à frente da primeira temporada, A Maldição da Residência Hill, lançada em 2018.

A trama gira em torno da antiga mansão Bly, localizada no interior da Inglaterra, no final dos anos 80. Nela, residem Miles e Flora, órfãos e sob a responsabilidade de seu tio, Henry Wingrave, que está à procura de uma governanta para cuidar das crianças. Assim, conhece Danielle Clayton, jovem professora americana que se mudou para Europa na expectativa de recomeçar sua vida sem eventuais fantasmas do passado. No entanto, ao iniciar sua jornada na nova profissão, se depara com aparições ainda piores do que aquelas que inicialmente busca fugir.

THE HAUNTING OF BLY MANOR (L to R) VICTORIA PEDRETTI as DANI in THE HAUNTING OF BLY MANOR Cr. EIKE SCHROTER/NETFLIX © 2020

Nessa linha, ao longo dos episódios, o espectador vai se deparar com o uso reiterado de algumas palavras como “devaneio”, “chave” e “perfeitamente esplêndido” que, num primeiro momento, talvez soem banais. Mas, é justamente a repetição que chama atenção para que certas indagações sejam respondidas, ao longo da narrativa. Bem como tais questionamentos, a surpresa recai sobre a certeza de que sustos nem sempre estão presentes nas produções de suspense ou terror. No caso de A Maldição da Mansão Bly, a grande sacada é como a imaginação de cada um está relacionada com o desenvolvimento da história – aliás, “imaginação” é uma daquelas palavras repetidas, e talvez a que mais seja verossímil ao público.

Assim, alguns elementos como as cenas excessivamente escuras (do figurino aos cenários) fotografia, trilha sonora, jump scares menos previsíveis e a eloquência das crianças fazem parte de como a alteração no psicológico pode influenciar na interpretação da série.

THE HAUNTING OF BLY MANOR (L to R) AMELIE BEA SMITH as FLORA , BENJAMIN EVAN AINSWORTH as MILES, and T’NIA MILLER as HANNAH in THE HAUNTING OF BLY MANOR. Cr. EIKE SCHROTER/NETFLIX © 2020

Seria mentira se alguém garantisse que são episódios fluidos e de fácil entendimento. Os quatro primeiros, especialmente, são mais arrastados – embora igualmente importantes para a formação dos personagens – em comparação aos cinco últimos, mas são justamente naqueles iniciais que o público se vê preso ao tentar entender, fazer teorias e amarras pontas – até então – soltas, e sem precisar de sustos para tal. Isso tudo pode ser coroado, inclusive, com algumas cenas de primeiro plano, que praticamente promovem o que mais se aproxima de um diálogo direto com o espectador. E, sinceramente, não existe susto tão impactante quanto essa sensação de pessoalidade causada pela série.

Entretanto, há alguns pontos que podem gerar desconfortos. Um deles é a presença de cinco atores que também protagonizaram A Maldição da Residência Hill, como Victoria Pedretti, atriz que desempenha o papel de Danielle. Muito embora a conjuntura e os personagens sejam distintos da primeira temporada, primeiramente, é inevitável uma leve comparação entre eles. Ainda, um outro fator que pode ser um pouco incômodo é a troca constante do contexto temporal.

THE HAUNTING OF BLY MANOR (L to R) BENJAMIN EVAN AINSWORTH as MILES, VICTORIA PEDRETTI as DANI, RAHUL KOHLI as OWEN, AMELIE SMITH as FLORA, and AMELIA EVE as JAMIE in THE HAUNTING OF BLY MANOR Cr. EIKE SCHROTER/NETFLIX © 2020

Os últimos episódios têm, cada um, focos em personagens específicos, e isso pode prejudicar o entendimento final. Talvez isso tenha sido proposital para que a história não fosse facilmente entregue e o roteiro não fosse previsível, mas essa alternância desequilibrada pode gerar uma sensação de inquietação, até para os que não são tão ansiosos sedentos por desfecho.

Dessa maneira, a preocupação da série não se resume a uma trama corriqueira de suspense, mas sim de amor, ou melhor, a “desromantização” dele. Talvez, o enredo em si seja o menos importante.

O foco foi mostrar como um amor (des)romântico pode acarretar equívocos, sonhos frustrados, vidas estagnadas, arrependimentos e, claro, medos. A dúvida agora é se, para o espectador, essa catarse será tão assustadora quanto a série busca evidenciar.

A Maldição da Mansão Bly estreia dia 09 na Netflix.

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Primeiras Impressões | Mrs. America “O conservadorismo em seu estado puro”

Se você acha que Mrs. America é uma produção girl power, você pensou errado. A maravilhosa minissérie mostra o conservadorismo em seu estado mais puro.

Nathally Marques

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O Cabana do Leitor teve acesso aos dois primeiros episódios da minissérie Mrs. America, que tem previsão de lançamento no Brasil para o dia 19 de Setembro no canal Fox Premium.

Quando fui convidada para fazer as primeiras impressões, não sabia muito bem do que se tratava, apenas de que era uma série originária do Hulu, com 10 indicações ao Emmy Awards. Pelas imagens e pelo contexto que eu tinha visto inicialmente, achava que se tratava de uma série bem girl power genérico enlatado sobre o movimento feminista americano. Eu não poderia estar mais errada.

A grande sacada ambiciosa da minissérie criada por Dahvi Waller, foi se basear e colocar em pauta um momento histórico real da década de 70 sobre a ratificação da Emenda dos Direitos Iguais (Equal Rights AmendmentERA), que garantiria para os cidadãos norte-americanos os direitos legais iguais independentemente do sexo. A vitória para que essa ratificação entrasse para a constituição estadunidense era dada como certa desde o início pelas feministas democratas. O que elas não esperavam era um movimento anti-feminista em contrapartida, liderado pela advogada, ativista conservadora e cristã Phyllis Schlafly (Cate Blanchett), gerando embates entre os dois grupos que foram responsáveis por mudar o cenário político-cultural dos Estados Unidos.

Cate Blanchett surpreende ao dar vida a personalidade verídica de Phyllis Schlafly, que vai totalmente contra a todo o seu posicionamento, já que a atriz australiana é conhecida pelo seu engajamento na luta pela igualdade de gêneros dentro da indústria cinematográfica hollywoodiana e por se juntar na denúncia com outras mulheres vítimas dos abusos do produtor Harvey Weinstein.

A ganhadora de dois Oscars mostra para o público como pode ser versátil ao se dedicar ao trabalho dessa figura política tão controversa em Mrs. America. Phyllis era uma mulher forte e bastante inteligente, seus argumentos eram persuasivos o suficiente para colocar em jogo toda a construção da luta feminista da época. Cate Blanchett não só entrega um trabalho extremamente convincente, como nos mostra as nuances só no olhar, de como sua personagem, mesmo não acreditando na igualdade de gêneros, acaba sendo confrontada pelo peso da sociedade machista na qual está inserida.

O elenco é recheado de incríveis atrizes, além de ter outras muitas mulheres envolvidas em sua produção por trás das câmeras. Devo destacar que senti falta da representação de mulheres pretas nesses dois primeiros episódios que assisti, porém acredito que seja proposital para evidenciar esse problema dentro da nossa sociedade. O lado conservador dessa batalha choca por mostrar claramente a desigualdade racial de forma tão naturalizada. Mulheres brancas estão à frente daquela luta, enquanto as mulheres pretas são as empregadas que cuidam da família.

E a crítica social não se fixa apenas desse lado, o movimento feminista apresentado é extremamente branco. Eu imagino que irão explorar esse ponto de vista nos próximos episódios, com a personagem Shirley Chisholm (Uzo Aduba), que é a primeira mulher negra eleita ao Congresso dos EUA.

Eu gostaria de ver a relação dela com o movimento (branco) feminista daquela época. A vontade que eu tenho é acompanhar mais da história dessas mulheres, sem questão de lados, apenas observar o desenrolar de suas motivações e descobrir o que vem pela frente no resto da minissérie.

Quando falamos em produções de época, principalmente esse tipo de projeto que é baseado em fatos reais, meu maior medo é que a direção de arte fique caricata demais, atrapalhando a experiência da audiência. Só que isso não ocorre neste caso. Ela é esteticamente muito agradável. A composição para a escolha da caracterização dos personagens, desde o figurino até cabelos e maquiagem é muito certeira. Além disso, por tratar de algumas figuras reais, a semelhança entre o elenco e suas respectivas inspirações foi muito bem trabalhada.

Percebe-se que o mundo na verdade não mudou muito de lá pra cá e que a briga entre as mulheres só serve para enfraquecer quem queremos mais ajudar: nós mesmas. De qualquer forma, a discussão que se abre é sempre válida, pois faz trabalhar o senso crítico entre o que é certo e o que não dá mais para ser aceito. Nos faz conhecer também diversos lados, tentando fazer com que o público enxergue um pouco fora da sua própria bolha. Mrs. America parece ser uma minissérie inspiradora e que veio pra dar aquele puxão de orelha no comodismo.

Mrs America” é uma produção da FX Productions e foi criada e escrita pela ganhadora do Prêmio Emmy, Dahvi Waller (“Mad Men”), que também cumpriu a função de produtora executiva juntamente com Stacey Sher (“Django Unchained”, “Erin Brockovich”), Coco Francini (“The Hateful Eight”), Cate Blanchett e a dupla Anna Boden e Ryan Fleck (“Captain Marvel”, “Billions”), que também foram diretores em quatro episódios.

Mrs. America terá seus dois primeiros episódios exibidos pelo Fox Premium, no sábado dia 19 de Setembro, a partir das 22h15.

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Análise | Julie and the Phantoms “Remake surpreende e emociona”

Uma série para a toda família, é capaz de alegrar, emocionar e servir de conforto.

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Se você está na casa dos vinte anos agora, provavelmente conheceu a série brasileira Julie e os Fantasmas, que estreou na Band e na Nickelodeon em 2011. A série sobre a garota que se depara com três fantasmas e com eles inicia uma banda acabou de ganhar um remake americano feito pela Netflix. A nova versão Julie and the Phantoms traz uma abordagem energética e tocante, mantendo sempre a essência da original, sendo capaz de cativar os fãs da época e atrair um novo público fiel.

A história começa quando Julie (Madison Reyes), uma menina de 15 anos que tem uma paixão pela música, mas que não consegue se expressar através dela por causa da perda da mãe, encontra um CD antigo na garagem de sua casa e traz de volta três fantasmas vindos de 1995, que tem assuntos inacabados para resolver. Juntos, eles formam uma banda enquanto navegam pelo processo de se descobrirem e resolverem os conflitos que aparecem pela frente.

Todos os personagens são capazes de roubar a cena e tem um propósito na série, com nenhum estando ali à toa ou sendo deixado de lado. Embora nem todos tenham suas histórias aprofundadas, eles têm sua importância para mover o show. Madison brilha como Julie, sendo capaz de emocionar desde sua primeira cena cantando Wake Up, deixando o espectador sem palavras para seu talento natural. Julie Molina é uma garota de descendência latina (assim como Madison, que é porto-riquenha), muito doce, uma amiga de verdade e preocupada com a família, mas que luta para superar a falta que sua mãe lhe faz.

Os três fantasmas da banda, Luke (Charles Gillespie), Alex (Owen Joyner) e Reggie (Jeremy Shada) são um espetáculo à parte. São divertidos, carismáticos e músicos habilidosos. Luke é o vocalista da falecida Sunset Curve, sua paixão pela música é genuína e seu coração é enorme. Assim que ouve Julie cantando, ele sente uma conexão com a menina e sabe que ela é o adicional perfeito para poderem voltar a fazer o que amam. Alex é o baterista, dito como o “integrante emotivo” e traz parte da representatividade da série consigo por ser assumidamente gay em 1995. Enquanto Reggie é o engraçado do grupo, ele preza para que os amigos estejam sempre juntos.

Além dos principais, o elenco ainda conta com Jadah Marie (Flynn), Booboo Stewart (Willie), os aliados do grupo; Savannah Lee May (Carrie) e Cheyenne Jackson (Caleb), os antagonistas. Os dois últimos também apresentam números musicais, a personagem de Savannah fazendo jus a típica patricinha como Sharpay Evans (de High School Musical) e Jackson carregando uma das melhores sequências da série inteira com performances impecáveis.

Com direção de Kenny Ortega, o mesmo das amadas trilogias High School Musical e Descendentes, isso se reflete na produção. Da forma como a história é contada, na apresentação dos personagens, indo até os números musicais, que é o que move a série. Também na química do elenco e no senso de ambiente familiar criado dentro e fora do show.

A trilha sonora conta com 15 músicas originais incríveis que mistura o pop com o rock e se mostra bastante atual. Ela ainda conta com composições do próprios atores, como em Perfect Harmony, escrita por Madison e Charlie; e Unsaid Emily, em que Gillespie colocou o coração e alma na produção e na atuação. Sendo capaz de emocionar e deixar todos arrepiados com a cena em que ela é apresentada na série, contando sobre o passado de Luke que ainda o atormenta. O álbum Julie and The Phantoms: Season 1 está disponível em todas as plataformas digitais e alcançou o #1 do iTunes US em Trilhas Sonoras.

Além de todas essas qualidades, Julie ainda leva mais um ponto positivo por parte das coreografias e a valorização de dançarinos da indústria, com aparição das irmãs Taylor e Reese Hatala, dançarinas baseadas no Canadá, onde a série foi gravada.

Com esse combo perfeito de enredo, personagens e elenco diversos, representatividade, música e coração, só nos resta torcer para que a série receba uma segunda temporada no serviço de streaming. Não podemos ficar com a incerteza de onde a season finale nos deixou e o gostinho de quero mais. Julie and the Phantoms é uma série para a toda família, capaz de alegrar, emocionar e servir de conforto nesse tempo difícil que o mundo todo está enfrentando.

A 1ª temporada de Julie and the Phantoms contém 9 episódios e está disponível na Netflix.

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