Jogadora pro player de COD Mobile é assassinada por outro profissional

A equipe de Sol postou sobre o caso nas redes sociais

A matéria pode conter conteúdo sensível.

A jovem Ingrid Oliveira Bueno da Silva “Sol” fazia parte da equipe FBI E-sports de Call of Duty Mobile, foi encontrada morta esfaqueada após passar dias sem dar notícias.

A informação veio através do Portal R7 e do Twitter oficial da equipe Jaguares Esports, onde prestaram condolências aos familiares e se colocaram de luto pela perda.

https://twitter.com/JaguaresGG/status/1364263037914521601

Segundo a investigação, Guilherme Alves Costa (Flashlight) conheceu Sol “na internet” e que havia planejado o crime em um livro no qual ele relata quais seriam os motivos para cometer tal ato. O celular e o livro de Guilherme foram apreendidos pela polícia e o caso foi registrado como homicídio qualificado. O assassino Guilherme Alves Costa, ainda teria gravado o ocorrido e divulgado no Whatsapp da equipe da qual fazia parte, a Gamers Elite.

Em nota a Gamers Elite diz não ter conhecimento dos atos de Guilherme, que enviou mensagens de ódio contra cristãos e teria citado terrorismo e também “enviou um vídeo no grupo da organização, onde supostamente acabara de matar uma mulher, filmar e compartilhar

Sol tinha 19 anos, jogava Call of Duty: Mobile e iniciava sua carreira nos esports eletrônicos.

Segundo o Atlas da Violência de 2020, do IPEA, em 2018 uma mulher foi assassinada no Brasil a cada duas horas, totalizando 4.519 vítimas. Ligue 180 para denunciar violência contra à mulher.

O assassino, Guilherme Alves Costa, se encontra preso.

*Sol pertencia a org. FBI e não a Jaguares Esports como dito na postagem que foi atualizada.

**Revisão de Conteúdo: Bruno Sena, Fernanda de Paula e Edi Rezende.

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