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REVIEW | Elden: Path of the Forgotten

Assim que Elden: Path of the Forgotten foi anunciado, o game gerou muito interesse na cena atual. Seja por ter sido desenvolvido por apenas uma pessoa, o australiano Dylan Walker, ou por ter sido inspirado por The Legend of Zelda. Durante quatro anos Dylan trabalhou sozinho no título, e finalmente podemos saboreá-lo agora.

Não contendo nenhum tipo de diálogo, o jogo se desenvolve por meio de cenas animadas e sua interação com o cenário. A jornada do protagonista tenta mostrar profundamente a psique do desenvolvedor, e cabe a você interpretar.

O jogo em si não te mostra muito desafio no começo, e como não possui tutorial, você deve aprender a movimentação sozinho (o quê não é muito intuitivo). Caso você possua alguma experiência em dungeon crawler, vai se sair muito bem.

Seu design inspirado nos clássico 8 e 16 bits agrada bastante, e faz do cenário uma visão bonita independente do ângulo. Entretanto, existem pontos que ficaram encobertos ou impossíveis de se acessar sem que tenha bastante custo.

Possui um sistema de movimentação bastante característico desse tipo de jogo, consistindo em andar e esquivar, além de poder atacar com a espada. A movimentação dos NPC’s deixa um pouco a desejar, sendo previsível e bastante repetitivo, deixando assim a estratégia de combate um pouco mais fácil.

A trilha sonora é muito agradável de se ouvir, por vezes acompanhando o desenvolver da história em seus momentos de grande ação. Os efeitos sonoros eram distintos para cada tipo de inimigo, e apenas se repetiram respeitando essa distinção. Os pontos fortes ficam nos sistemas de checkpoint e restauração de vida, consistindo em pontos no chão que brilham e/ou acendem (muito bem desenhados também).

Infelizmente, com 15 minutos de jogos, uma bruxa ficou presa entre duas árvores e eu não pude continuar a campanha (visto que era necessário matá-la para me libertar e prosseguir). Foi necessário que o jogo fosse reiniciado, e retornei ao último ponto de salvamento.

No geral, o game possui um história interessante, mas deixa a desejar no quesito gameplay (joguei a versão de Switch). Vale o investimento se você for grande fã do estilo.

Elden: Path of the Forgotten chega ao Switch e PC dia 9 de julho, mas segue sem data para Xbox One e PS4.

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