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Resenha | Liga da Justiça Sombria (2018)

O futuro do mundo místico está em jogo, e cabe a um grupo de heróis salvá-lo das mãos de um inimigo inesperado.

Desde sua criação até o presente momento, os fãs de quadrinhos das mais diversas idades, acompanharam a criação e aparição de inúmeros heróis, com poderes e habilidades especiais dos mais variados, os quais de maneira solo e/ou em equipes lutaram para proteger e salvar seus mundos de qualquer ameaça que surgisse, como por exemplo, a Liga da Justiça.

Com membros como Batman, Superman, Mulher-Maravilha, Flash, Aquaman, entre outros, a grande equipe de super-heróis enfrentou inúmeras batalhas que culminaram em decisivas mudanças no universo como um todo. Todavia, o grupo não é o único conhecido pelo público, uma vez que o DCU possui outros “planteis heroicos” dos mais diversificados, sendo um deles a Liga da Justiça Sombria, formada inicialmente por nomes como John Constantine, Shade, Monstro do Pântano, Zatanna, Desafiador, Madame Xanadu, entre outros.

Atenção: Os parágrafos a seguir contêm spoilers.

Vale lembrar que muitas lutas foram enfrentadas pelos destemidos heróis, até que seu “vínculo” não fosse mais necessário, e o grupo assim desfeito. Entretanto, graças a uma onda de “perturbações” ocorridas pelo globo terrestre, e até mesmo em outras dimensões, relacionada à magia, fica-se evidente para todos que a Liga da Justiça Sombria precisa retornar, mas será que veremos a formação original de volta?

Bom, para alegria de uns e infelicidade de outros, o grupo teve modificações em seus integrantes, começando por sua liderança, que fica a cargo de Mulher-Maravilha, acompanhada por Zatanna, Dr. Kirk Langstrom, Monstro do Pântano e Detetive Chimp (Bobo). Nada obstante, à medida que a história se desenrola nos dois volumes do título, o leitor nota o real motivo que levou a mudança ocorrida na equipe, em sua estrutura e pensamento, sem contar que a motivação do vilão para as desordens sucedidas no mundo místico.

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Muito além de uma narrativa sobrenatural, James Tynion IV trouxe ao leitor também, uma “viagem” ao passado emocional de cada membro da nova formação Liga da Justiça Sombria, mesmo que em rápidas passagens, mostrando o poder crucial que as memórias de cada um podem ter para o atual momento que estão passando, principalmente para Zatanna e Detetive Chimp.

Quem não fica atrás são os artistas Alvaro Martínez Bueno, Miguel Mendonça e Daniel Sampere que através de suas ilustrações distintas e originais, conseguem transmitir ao leitor as emoções e momentos passados pelos heróis ao longo da caminhada em busca de respostas no mundo místico.

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Portanto, mais do que apresentar uma nova formação para a Liga da Justiça Sombria, os artistas envolvidos na obra trazem ao leitor uma narrativa mística simples e coesa, mas bem ligada a fatos exibidos anteriormente no Universo da DC Comics, com ilustrações fortes e significativas, as quais remetem a importância das “forças mágicas” para todos de maneira geral, assim como evidenciam a necessidade clara de uma união entre luz e sombras, a fim de enfrentarem juntos toda e qualquer ameaça aos dois mundos.

Liga da Justiça Sombria Vol.1 e Vol.2 contam com roteiro de James Tynion IV e artes de Alvaro Martínez Bueno.

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